
Estive analisando a “pseudo” pesquisa para o Senado divulgada no dia 13/11 e pude perceber que o povo catarinense está trilhando um caminho interessante ao afirmar que somos, sim, conservadores, prósperos e um estado rico — mas não somos “cachorrinhos” de político nenhum. Somos livres, conservadores e inteligentes! Ou não?
A deputada federal Caroline de Toni aparecendo na frente das pesquisas mostra que os catarinenses, em parte, reconhecem o trabalho que ela desenvolve para aqueles que defendem o conservadorismo. A única coisa que ainda me preocupa é Carlos Bolsonaro estar em segundo lugar.
Não há dúvidas quanto ao posicionamento conservador do nosso senador Esperidião Amin nesses anos todos de vida pública. Ele é um homem que representa bem o povo catarinense por onde passa. Quem já teve a oportunidade de ouvi-lo falar, ou até mesmo de conversar com ele, se espanta com sua cultura, conhecimento e fluência ao se expressar. Ainda assim, nas pesquisas aparece em terceiro, mesmo com todos esses atributos. Está atrás do “Carlinhos do Papai”: aquele que quer vir a senador por Santa Catarina pelo PL. Uns dizem que é um pedido dele — “tudo que o filho do rei quer, ele tem”. Outros dizem que é uma imposição de Jair Bolsonaro — o monarca autoproclamado imperador do conservadorismo nacional.
Vejamos bem: temos apenas três cadeiras no Senado Federal. Duas serão decididas agora. Uma já é ocupada pelo inútil Jorge Seif, um senador que inexiste para Santa Catarina; aquele mesmo que acha que ser professor é “não ser nada”, conforme suas próprias palavras. Agora, colocar no Senado um carioca que não conhece o estado, que só sabe das praias, e que ainda assim vem com chances reais de vencer… ou isso é um surto coletivo, ou quase 30% da população que aqui vive decide colocar a ideologia acima das necessidades reais do estado.
Se o quadro do Senado em 2026 ficar Seif, Caroline e Carlos, teremos claramente apenas uma senadora de fato nos defendendo e viajando pelo estado para verificar as demandas. Os outros dois ficarão apenas gozando dos privilégios políticos e da aposentadoria. Sim, para quem não sabe: basta ser eleito uma única vez para o Senado para garantir aposentadoria com salário de senador pelo resto da vida.
Não é à toa que Carlos está vindo para cá. A família Bolsonaro quer se garantir: aposentados desfrutando dos benefícios do estado. Lembrando que ele é o último que ainda não tem aposentadoria assegurada.
Vamos ver se o povo do nosso estado é politizado ou “retardado”. As urnas nos servirão de bússola para descobrir se estamos mais próximos da sabedoria ou do caos.

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