Debandada no governo de SC – Contorno de Jaraguá só em 2027
🚧 Infraestrutura: Contorno de Jaraguá só em 2027
Mudou o prazo de conclusão das obras de duplicação da BR-280 no lote 2.2. É o trecho de 24 quilômetros que joga a rodovia em direção a Schroeder e aos túneis duplos no Vieiras. Mas mudou para pior.
Agora, a previsão de entrega é no final de 2027 e isso se não houver mais atraso. Seja por falta de recursos, seja pela necessária renovação do contrato, agora prorrogado por mais um ano, até 31 de dezembro de 2026.Dinheiro, já se sabe, não haverá o que chegue, nem agora e nem no ano que vem.
Portanto, e por enquanto, acreditar em prazos é acreditar no Papai Noel. Mas muda a música. Nesse caso, o bom velhinho, que “nunca esquece de ninguém”, já nem lembra mais da obra. Uma conta que já passou de R$ 1 bilhão em valores corrigidos.

🏛️ Curtas: A debandada no Governo Jorginho Mello
*Beto Martins, secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias vai deixar o governo de Jorginho Mello (PL). Para dar atenção aos negócios da empresa fertilizantes Fertisanta, onde é sócio.
*Martins, ex-prefeito de Imbituba, é o primeiro suplente da senadora Ivete Appel da Silveira (MDB). No governo de Raimundo Colombo (PSD) e ainda filiado ao PSDB, foi secretário de Turismo, Esporte e Cultura.
*Beto Martins (PL) e Kennedy Nunes (PL), da Casa Civil, são dois nomes já confirmados para deixarem o governo de Mello (PL) em 2026. Mello foi quem levou os dois para o partido. Especula-se que estão incomodados com o andar do governo.
*Outros nove secretários estaduais, cotados para as eleições proporcionais (deputado) de outubro de 2026, também podem deixar o governo de Jorginho Mello (PL). E nenhum deles é novato nas urnas.
*São eles: Jerry Comper (MDB/Infraestrutura), Carlos Chiodini (MDB/Agricultura), Sílvio Dreveck (PP/ Indústria e Comércio, Adeliana Dal Pont (PL/Assistência Social, Mário Hildebrand (PL/Defesa Civil, Fabrício Oliveira (PL/ Planejamento e Tiago Frigo (PL/Pesca).
*Em 2022, no governo de Carlos Moisés, 13 secretários de estado disputaram as eleições para deputado estadual e federal. E só Altair Silva (PP), então secretário da Agricultura e deputado estadual licenciado, se reelegeu.

🚗 Trânsito: Nova CNH e o cerco das Drogas
No novo modelo de obtenção da CNH, sem autoescola, os exames toxicológicos obrigatórios devem ser feitos antes das aulas práticas, com prazo de até 90 dias para um diagnóstico negativo.
E podem ser feitos em clínicas credenciadas pelo Detran para as categorias A e B (para motos e carros), etapa que antes era restrita apenas a motoristas profissionais (categorias C, D e E). Anfetaminas, incluindo “rebites”, ecstasy (MDMA) e metanfetaminas, podem reprovar. E,Mais ainda, cocaína, crack, maconha e derivados.
Ou morfina, codeína, heroína e mazindol, substância comumente usada em inibidores de apetite. Porque aí vai dar zebra.
💸 Via Brasil: O custo do Congresso e a impunidade
*O ano de 2025 fechou com fatos que, provavelmente, serão enterrados para todo o sempre por envolverem “peixes grandes”. A retrospectiva é de escândalos.
*Em 2025, a Lava Jato foi definitivamente sepultada. Aposentados e pensionistas foram roubados em cerca de R$ 10 bilhões.
*Outros R$ 90 bilhões foram surripiados em empréstimos consignados não autorizados. O STF tomou o lugar do Congresso fazendo e revogando leis. Com ministros julgando processos de interesse pessoal ou de familiares.
*Com o Congresso acocorado, ora por envolvimento político espúrio em troca de ministérios, ora por conta de deputados e senadores indiciados em crimes de corrupção. E salve 2026!

💸 Saco sem fundo
Sempre muito “preocupados” em zelar pelo dinheiro de impostos sugados compulsoriamente do bolso de cada um, os 513 deputados e os 81 senadores com assento no Congresso (incluindo suplentes que estiveram lá por algum tempo) fecharam 2025 com gastos da ordem de R$ 12,6 bilhões.
Para pagar os salários de servidores e parlamentares, despesas com os gabinetes, obras nos prédios, planos vitalícios de saúde e odontológicos, incluindo familiares; viagens pelo país e exterior, hospedagens, aluguéis de carros, combustível, restaurantes e o que mais se possa se imaginar.
No Senado, R$ 6,1 bilhões. Na Câmara, R$ 6,5 bilhões. E a certeza de que a conta vai crescer em 2026.Ah, se vai!
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