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Reino dos Cegos: Onde a Burrice Vota e a Ignorância Governa

Uma análise ácida sobre o cenário político brasileiro, onde a mediocridade se disfarça de liderança e a ignorância ocupa cargos estratégicos. Um retrato provocativo da decadência política em tempos de…
Reino dos Cegos: Onde a Burrice Vota e a Ignorância Governa
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Reino dos Cegos: Onde a Burrice Vota e a Ignorância Governa

A velha máxima “em terra de cego quem tem um olho é rei” nunca foi tão atual — especialmente quando o assunto é política brasileira. Pode parecer apenas uma frase popular, mas, ao olhar com atenção, percebemos o quanto ela descreve com precisão o cenário político nacional. E que fique claro: a crítica aqui se dirige à maioria, não a todos.

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Ainda existem exceções — raras, mas existem. O nível intelectual predominante na política brasileira é, no mínimo, preocupante. Num país onde a educação é medíocre e o conhecimento é privilégio de poucos, é natural que a “safra” de políticos reflita o mesmo padrão. O esperado seria que, diante das próprias limitações, esses representantes buscassem se cercar de pessoas mais capacitadas, a fim de melhorar a qualidade das decisões e beneficiar o coletivo.

Mas, como bem sabemos, não é isso o que acontece. Políticos medíocres pensam pequeno. E, por medo de parecerem inferiores, cercam-se de pessoas ainda menos preparadas do que eles. Assim, garantem que ninguém os ofusque ou os confronte com a própria ignorância.

É uma estratégia antiga: manter-se rodeado de incompetentes para continuar sendo “o mais capaz” entre os incapazes. O resultado? Cargos públicos ocupados por indivíduos sem a menor qualificação, enquanto o país continua afundado em problemas básicos.

Não é raro vermos figuras claramente incapazes ocupando funções estratégicas — e nos perguntarmos: “Como pode alguém assim estar nesse cargo?” A resposta está justamente nesse ciclo vicioso de mediocridade e medo. Quanto mais ignorante o entorno, mais seguro se sente o político. O caso da educação é o exemplo mais gritante.

Todos sabem que o sistema educacional brasileiro é um dos piores do mundo. Todos reconhecem o problema, mas ninguém o resolve. E por quê? Porque quem ocupa as posições de comando costuma ser alguém incapaz de promover mudanças reais. Se uma pessoa competente de fato resolvesse o problema, poderia se destacar, ganhar visibilidade — e ameaçar o poder de quem está no topo. Por isso, mantém-se pessoas medíocres em postos-chave, garantindo que nada mude. Enquanto isso, o povo se contenta com pouco.

Um asfalto novo ou uma praça reformada já rendem aplausos, como se fosse o auge da boa administração. Essa é a medida da mediocridade política: entregar o “melhor possível” dentro das próprias limitações — que, convenhamos, são enormes. O exemplo mais absurdo vem de Santa Catarina. Um deputado estadual do PL mantém como chefe de gabinete um funcionário que ganha mais de R$ 20 mil por mês e tem apenas o ensino médio completo. Antes de ocupar o cargo público, era padeiro.

Nada contra padeiros, mas tudo contra a incompetência política e a falta de critério na escolha de cargos tão importantes. Isso não é apenas vergonhoso — é um retrato fiel da decadência do sistema. Basta olhar para os municípios brasileiros. O cenário se repete: secretarias, cargos de confiança e assessorias ocupadas por pessoas sem preparo algum. Gente escolhida por amizade, troca de favores ou conchavo político — não por mérito ou capacidade. E depois ainda há quem pergunte por que saúde, educação e transporte não funcionam.

A resposta está na ponta da caneta de quem nomeia os incompetentes. A política brasileira continua sendo o reduto dos amigos, dos apadrinhados e dos oportunistas. Pessoas sem qualquer noção de ética, moral ou compromisso público, mas com grande apetite por salários e privilégios.

Servir ao povo, para eles, é só uma frase de campanha. O que importa mesmo é o contracheque no fim do mês.

Em terra de cegos, o político com um olho continua sendo rei.

Mas o problema maior é que o povo — cego por desinformação e cansaço — segue aceitando ser governado por quem mal enxerga além do próprio umbigo.

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