
Quando o NADA Volta a Ser NADA: Vitória de Jaraguá do Sul
Na última quarta-feira (03) Jaraguá do Sul pôde finalmente respirar aliviada. Um suspiro daqueles de quem tira um peso das costas. Com a volta de Ivan Naatz à Assembleia, o município deixa para trás sua pequena vergonha temporária. Jeferson Cardoso perde a vaga e retorna ao seu habitat natural: o anonimato absoluto — posição que, convenhamos, ele sempre ocupou com maestria.
Como vereador, Jeferson protagonizou quatro anos de um espetáculo fascinante: não fez nada, não entregou nada, não acrescentou nada. Um verdadeiro mestre do vazio. Acusou meio mundo sem provas, gerou gastos públicos, tumultuou secretarias e, no fim, tudo se resumiu ao de sempre: fumaça, teatro e nenhuma verdade. A então secretária Natália Lúcia Petri que o diga — alvo de ataques tão frágeis quanto o próprio currículo do acusador. Ironia fina: enquanto ele inventava histórias, o esporte da cidade crescia, florescia e hoje vira referência nacional. Talvez porque trabalho de verdade não dependa de gritarias e vídeos ensaiados.
Aliás, falando em legado, sua grande conquista legislativa foi… liberar carros de som. Sim, essa mente brilhante achou que o maior problema de Jaraguá era o excesso de silêncio. Sua visão de futuro? Transformar a cidade numa feira livre sonora, onde ninguém tem paz, mas todos ganham uma boa dor de cabeça. Um estadista.
Surfando na onda conservadora, ainda conseguiu virar suplente de deputado estadual. Porque, né? Sempre tem quem vote sem olhar o rótulo. Assumiu interinamente em 2024 e — surpresa! — manteve a coerência: fez exatamente o mesmo que fez como vereador. Ou seja: nada. Nenhuma realização, nenhuma emenda relevante, nenhuma ação concreta. Só vídeos com cara de bravo tentando parecer importante. Influencer político nível “tiozão reclamando no WhatsApp”.
É mais um produto da fábrica bolsonarista de políticos descartáveis: muito barulho, pouco conteúdo e zero entrega. Uma linha de produção que custa caro e não devolve nada — vide os deputados de Joinville no mesmo pacote.
Enquanto isso, os demais deputados de Jaraguá, goste-se deles ou não, colocam dinheiro, ajudam, mandam emendas, mostram serviço. Já o ex-vereador? Serve apenas para posar como personagem de si mesmo. Porque, onde tem platéia batendo palma, os palhaços inevitavelmente aparecem.
A boa notícia é que Jaraguá não precisará mais se esconder na ALESC. Voltamos a ser representados por políticos de verdade, não por espantalhos de redes sociais criados em surtos de desinformação coletiva.
Jaraguá agradece. E respira aliviada.

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