Política e Políticos | Já circula na mídia nacional um vídeo com o vereador Rodrigo Livramento (Novo) votando contra a reserva de assentos para pessoas obesas em ônibus do transporte coletivo urbano de Jaraguá do Sul. O vereador, reeleito em 2024 com mais de seis mil votos, disse concordar com casos em que a obesidade se caracteriza como doença, mas que muita gente é obesa por opção. A obesidade- um desequilíbrio energético quando há a ingestão de calorias com acúmulo excessivo de gordura no corpo- é oficialmente reconhecida como uma doença crônica e epidêmica no Brasil. Dados de 2023 do Ministério da Saúde mostram que entre 24,78 milhões de adultos com estado nutricional avaliado, 67,71% estavam com excesso de peso e 33,25% já conviviam com a obesidade. Em Santa Catarina, cerca de 35% das crianças e 69% dos adultos têm excesso de peso. E, por certo, entre eles eleitores de Livramento.
CURTAS
- Jorginho Mello (PL) terá de dividir o mesmo palanque em 2026 com pelo menos três membros da família Bolsonaro. E pedir votos para os três. Mello tem uma grande dívida eleitoral pessoal com o “capitão”.
- Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, está prometendo “ir até o fim” com sua candidatura a presidente da República com as bênçãos do pai. E virá para o palanque de Mello.
- Com ele, dois irmãos: Carlos Bolsonaro, ex-vereador no Rio de Janeiro, para senador por Santa Catarina, e Jair Renan, vereador em Balneário Camboriú, para deputado federal.
- Com menos impacto, uma nova “onda Bolsonaro” deve se repetir a favor de Mello, que tem o PL dividido entre apoiar ou não os filhos de JB. Mas suficiente para chegar ao segundo turno.
- Esperidião Amin (PP), é relator no Senado do projeto da dosimetria, que reduz as penas de condenados pelo quebra-quebra de 8 de janeiro de 2023 e tentativa de golpe. Incluindo Jair Bolsonaro.
- Amin, que defende o perdão para todos os condenados, teve atrapalhada sua indicação na chapa de Jorginho Mello (PL) pela chegada de Carlos Bolsonaro. Mas Mello diz que cumprirá a palavra, com uma chapa Carlos/Amin. Até porque não pode dispensar o tempo do PP na TV.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com. Participe do nosso grupo de WhatsApp e acompanhe as principais notícias do País. Acesse: www.observamais.com.br

Teste toxicológico para matrículas
O ingresso de alunos em universidades públicas estaduais vai exigir, obrigatoriamente, a apresentação de exames toxicológicos, porém mantendo em sigilo qualquer que seja o resultado. É o que prevê projeto de lei do deputado Jessé Lopes (PL) aprovado pela Assembleia Legislativa. Para virar lei, precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello (PL). A proposta sugere que ao longo do ano letivo sejam feitas campanhas de prevenção e conscientização sobre o uso de drogas ilícitas e blá, blá,blá. Ora, para que uma lei que não proíbe a matrícula de um aluno (e nem poderia, mesmo com exames toxicológicos positivos?)
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VIA BRASIL
- “Com mais oportunidades de emprego e aumento de renda, o Natal em família será mais farto. Nada mais justo para quem trabalhou duro o ano inteiro”.
- Foi o que disse Lula da Silva (PT) no domingo (14). Em sentido oposto, novo relatório sobre a desigualdade global, do World Inequality Report 2026, diz que a desigualdade brasileira “permanece entre as mais altas do mundo”.
- A conclusão entra em choque com nota técnica recém-divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento), apontando que a desigualdade brasileira atingiu o menor nível em 30 anos em 2024.
- Mas há controvérsia entre economistas. Os dados sobre a redução da pobreza são considerados como corretos, mas o anúncio de que a desigualdade estaria em uma baixa histórica é questionada, porque a metodologia usada pelo Ipea não mede com precisão a renda dos mais ricos.
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Lula já votou pela anistia
Do senador Esperidião Amin (PP), relator no Senado do projeto de lei da dosimetria, que reduz a pena de condenados envolvidos com os atos de 8 de janeiro de 2023 e tentativa de golpe de estado, rebatendo parlamentares da oposição contrários a qualquer benefício que mude as sentenças já exaradas pelo STF. “Eu tenho aqui em mãos a relação nominal dos deputados e senadores constituintes que votaram pela não proibição de anistia. E há nomes ilustres. Aqui tem o nome do então deputado constituinte Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do deputado Michel Temer (MDB) e de Fernando Henrique Cardoso (PSDB”. Amin é defensor de anistia para todos.
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