Política e Políticos | Em 2022, o então candidato a governador Jorginho Mello (PL), prometeu que o estado, se eleito, assumiria o Hospital Municipal São José, de Joinville, há décadas deficitário e de alto custo. Não o fez, mas meses depois de eleito cumpriu a promessa de repassar verbas mensais para ajudar na manutenção e custeio. Não na totalidade, porque a conta, hoje, bate nos R$ 350 milhões/ano.
Por coincidência (?), em ano pré-eleitoral o governador sugeriu e o município aceitou, a formação de um grupo de trabalha que estudará a viabilidade do hospital ser administrado por uma organização social. O prefeito Adriano Silva (Novo), apoiador de Mello, disse que a expectativa é de estadualização. Como foi prometido. Joinville foi a cidade que mais deu votos para Mello: 151.072, três vezes mais que o segundo mais votado.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com
CURTAS
- Deputado federal Baleia Rossi não descarta a presença do MDB como vice de Lula da Silva (PT) em 2026. Aliás, o partido tem três ministérios.
- A declaração de Rossi a jornalistas ocorreu no sábado (25) durante evento que o partido promoveu para anunciar candidatos a deputado estadual e federal.
- Baleia Rossi justifica dizendo que o MDB tem perfis diferentes: no Sul, mais de centro-direita e direita. No Nordeste (reduto eleitoral de Lula), de esquerda.
- Ligando uma coisa à outra, dá para entender que, no mesmo evento, o governador Jorginho Mello (PL) que usou de surrado bordão para dizer que “estaremos juntos em 2026”.
- Porém, longe de ser categórico como o fez recentemente em Tubarão quando afirmou que ao MDB estava garantida a vaga de vice-governador. Já a deputada federal Caroline de Toni (veja nota abaixo) deve mudar de partido para se candidatar ao Senado.
- Não por sugestão de Jorginho Mello (PL) feita há pouco tempo, mas pela presença do senador Esperidião Amin (PP) na chapa como moeda de troca por tempo na TV. Aliás, no fim de semana ela desancou o governador, que manda no PL e não consulta ninguém.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com

Ou vai, ou sai
“O Jorginho foi visitar o Bolsonaro, e o Bolsonaro insistiu no meu nome. O Jorginho insistiu no nome do Amin (em troca de tempo de campanha na TV). Então, o Bolsonaro disse a ele: ‘Vou apoiar a Caroline, onde quer que ela esteja’. Deixou o governador bem ciente disso”. O discurso é da deputada federal Caroline de Toni (PL), pré-candidata a senadora. Bastante irritada, ela foi mais longe: “Ele esteve na minha casa (em Xanxerê), olhou nos meus olhos e disse que a vaga seria minha”, disse a deputada, que já decidiu o que fazer. Se até março o problema não for resolvido dentro do PL, ela vai buscar “outros caminhos”. Se ela sair do PL, o partido racha!
VIA BRASIL
- Bolsonaristas foram nocauteados. Não pela rápida conversa entre Donald Trump e Lula da Silva (PT) depois do tarifaço de 50% sobre as exportações brasileiras para os EUA.
- Mas, sim, por ter o presidente norte-americano abandonado sua postura política em defesa de Jair Bolsonaro e, por extensão, da família exercendo mandatos eletivos.
- Ao contrário do esperado, Trump e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), em autoexílio nos EUA, foram dois bons cabos eleitorais em potencial de Lula, que melhorou nas pesquisas. Mesmo que com discursos um tanto estabanados. Mas é o que o aproxima dos eleitores.
- Mas acordos entre os dois países ainda vão demandar algum tempo. Segundo especialistas, isso vai ocorrer se os EUA suspenderem temporariamente o tarifaço.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com

Schiochet nega proteção
Do deputado Fábio Schiochet (União Brasil), sobre suposta manobra para salvar o mandato do deputado Eduardo Bolsonaro (PL) à Veja: “É a mesma coisa que uma faculdade. Você pode ter nota para passar no final do ano, mas se você não tiver presença de fato, você é reprovado por faltas. Eu não vejo uma nova manobra que possa permitir que um deputado fique fora do exercício do mandato. Em 2020, quando começou a pandemia, nós tivemos o sistema híbrido funcionando, mas a pandemia terminou. As sessões ordinárias, que a gente tem que estar lá de terça e quarta-feira, o deputado precisa marcar a presença dele de forma biométrica”.
Fique sempre bem informado!
Participe do nosso grupo de WhatsApp e acompanhe as principais notícias do País.
Observação: o portal Observa+ é o portal de notícias que traz todas as notícias do impresso Jornal do Vale do Itapocu. Fique sempre bem informado!



















