Política e Políticos | Janeiro avança e a promessa do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), de renunciar ao mandato dia 23 de março (dia de seu aniversário) para autenticar a candidatura a governador, segue mantida. Rodrigues é um vencedor nas urnas, nunca perdeu uma eleição (vereador, prefeito, deputado federal) mas, depois de um ano do anúncio de que disputaria o governo em 2026, segue isolado. Com o PSD rachado e sem perspectivas de alianças consistentes, Rodrigues encarna, hoje, o personagem Dom Quixote lutando contra moinhos de muitos ventos.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com. Participe do nosso grupo de WhatsApp e acompanhe as principais notícias do País. Acesse: www.observamais.com.br
CURTAS
- O ex-governador Raimundo Colombo (PSD) pode reaparecer nas urnas de outubro. Em 2018 e 2022 tentou voltar para o Senado, onde já esteve, entre 2017 e 2010. Foram duas derrotas seguidas.
- Em 2018 Colombo foi o quarto mais votado, atrás dos eleitos Esperidião Amin (PP), Jorginho Mello (PR), e Lucas Esmeraldino (PSL). Em 2022, ficou em segundo, atrás de Jorge Seif (PL) e contra quem move ação no STF por abuso de poder econômico naquela eleição.
- Uma terceira tentativa em 2026 não estaria nos planos de Colombo visto o robusto trio de adversários para o Senado já escalado: Carlos Bolsonaro (PL), Caroline de Toni (PL, ainda) e Esperidião Amin (PP).
- Mas a eleição da deputada federal Carmem Zanotto (Cidadania) como prefeita de Lages teria aberto bom espaço na região serrana para Colombo tentar voltar ao cenário político catarinense como candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados.
- Em 2022, o PSD elegeu dois deputados federais. Ismael dos Santos (Blumenau) segue no partido. Ricardo Guidi foi para o PL. E o primeiro suplente, Darci de Mattos (Joinville) migrou para o Republicanos, um “puxadinhho” do PL.
- Depois de sete mandatos de deputado estadual e 10 anos como conselheiro do Tribunal de Contas, Júlio Garcia, presidente da Assembleia Legislativa, é um forte candidato do PSD para deputado federal. Há quem já o veja como eleito.

“Teve o fim que merecia”
A frase é do governador Jorginho Mello (PL) sobre a prisão do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. “Doze anos no poder. Quebrou o país. Perseguiu adversários através do Judiciário para dar verniz de legalidade aos próprios abusos. Fraudou eleições…”. emendou o governador. Enquanto isso, a esquerda catarinense está muda. De fato, defender Maduro em um estado onde vivem 28 mil venezuelanos fugitivos da fome, melhor é a boca fechada. Olhando para as urnas de outubro, a omissão é a estratégia.
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VIA BRASIL
- “Meu coração mole é com as crianças, com os enfermos nos hospitais, com as minhas netas. Não estou procurando amizade pessoal com ninguém, já tenho amigos suficientes”.
- O discurso é da suplente de deputado federal, Heloísa Helena (Rede), que assumiu a vaga de Glauber Braga (PSOL/RJ). Em abril de 2025, com empurrões e chutes, ele expulsou do plenário da Câmara um membro do Movimento Brasil Livre.
- Braga escapou da cassação na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, presidida pelo jaraguaense Fábio Schiochet (União Brasil), mas teve o mandato suspenso por seis meses.
- O recado de Heloísa Helena, expulsa do PT em 2003, foi direto para Lula da Silva (PT): “Aqui lutarei sem servilismo, sem concessão a quem concilia com o capital, enchendo a pança dos poderosos às custas da imensa dor do povo brasileiro”.
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O grande assalto contra aposentados
Na esteira do maior escândalo de toda a história da Previdência Social do país desde a criação do INSS, em junho de 1990, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União fecharam o ano de 2025 apontando várias associações e sindicatos como autores do roubo de pelo menos R$ 4 bilhões de aposentados e pensionistas, em descontos indevidos. Há quem aposte em R$ 10 bilhões.
A CPMI, criada pelo Congresso, já juntou 4.800 documentos (provas), com 48 quebras de sigilos bancários, 26 testemunhas já ouvidas e cerca de R$ 1,2 bilhão em valores roubados identificados. O governo diz que já devolveu algo ao redor de R$ 2 bilhões às vítimas do roubo. Devolveu, sim, mas do bolso de cada contribuinte e não do dinheiro roubado. A CPMI retorna só em fevereiro. Afinal, ninguém é de ferro para “trabalhar” mais de 10 meses no ano.
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