
Política e Políticos | A inevitável associação (pelos eleitores) do MDB ao governo de Lula da Silva (PT), onde comanda três ministérios, seria um dos motivos para Jorginho Mello (PL) retardar o anúncio do partido em sua chapa majoritária com um candidato a vice. Que ele próprio anunciou, como também prometeu que a deputada federal Caroiline de Toni (PL) seria candidata do PL ao Senado. Com chance zero de lançar nome à senador pela chapa de Mello, indicar um vice foi o que restou ao MDB. Fora isso o partido irá às urnas apenas para a disputa proporcional (deputados). Aliás, o que dirá o MDB aos eleitores para justificar apoios simultâneos ao petista Lula e ao bolsonarista Mello?
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com
CURTAS
- Enfim, o diálogo. Com mais de 12 mil pessoas vivendo pelas ruas, Santa Catarina dá um primeiro e efetivo passo para regulamentar ações em parceria com as prefeituras.
- Trata-se do Cadastro Estadual de Pessoas em Situação de Rua, originado em projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa para unificar todas as informações inerentes.
- E, além disso, estabelecer um padrão de identificação e atendimento para todas as prefeituras. Outro avanço virá com o Programa Muito Além das Ruas.
- Um aplicativo com históricos de atendimento, troca de informações e ações em saúde e segurança pública. Agora, é torcer para que isso vá além do inevitável uso político nas urnas de 2026.
- “O nível de enfrentamento dentro de casa (nos partidos) é mais surpreendente do que aquele que você tem em uma eleição majoritária”. A fala é do ex-governador de São Paulo, João Doria.
- Doria fez alusão à autofágica disputa interna nos grandes partidos políticos para indicar candidatos majoritários. Que o digam as lideranças do MDB catarinense.

Itajaí corta o assistencialismo
Em Itajaí, 2.450 beneficiários do Bolsa Família estavam recebendo irregularmente os pagamentos feitos pelo governo federal. Como é a prefeitura quem faz o serviço de cadastramento para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome- e, por isso, nesta parceria assume a responsabilidade- o prefeito Robinson Coelho (PL) mandou cortar. Sem registro de uma única reclamação. Eis aí um exemplo para outros prefeitos que, por certo, também vão descobrir não poucos vadios vivendo às custas do contribuinte em um país afogado em impostos, inflação, tarifas abusivas, estatais deficitárias e por aí vai. Em tempo: em 2025 o orçamento da União para o BF prevê R$ 185,6 bilhões.
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VIA BRASIL
- Incluindo Lula da Silva (PT) e a menos de um ano das eleições de 2026, o Brasil tem, hoje, uma pluralidade de pré-candidatos à presidência da República.
- A lista tem os governadores Eduardo Leite (PSD/RS), Ratinho Júnior (PSD/PR), Tarcísio de Freitas (Republicanos/SP), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil/GO).
- Na prática, todos contra um. Ou seja, a polarização entre a direita e a esquerda, latente desde 2018 com a eleição de Jair Bolsonaro (PL), vai se repetir no ano que vem.
- Descontos ilegais contra segurados do INSS batem na casa dos R$ 10 bilhões. Mas, em empréstimos consignados não autorizados a conta chegará aos R$ 90 bilhões, segundo revelou o deputado Alfredo Gaspar (União/AL), relator da CPMI do INSS
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O honoris e os caloteiros
Em visita a Moçambique, Lula da Silva (PT) recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Ciência Política, Desenvolvimento e Cooperação Internacional, concedido pela Universidade Pedagógica de Maputo, capital do país. Em 2018 (governo de Michel Temer), o Congresso aprovou crédito suplementar de R$ 1,1 bilhão ao orçamento da União para o Brasil pagar dívidas da Venezuela e…de Moçambique. Eram empréstimos feitos pelo BNDES (o país é o avalista nestas operações) e pelo Banco Credit Suisse, instituição financeira global privada que tinha sede na Suíça. Se não pagasse os dois calotes, o Brasil ficaria inadimplente junto ao Sistema Financeiro Internacional. À época o presidente de Moçambique era Filipe Nyusi. Em 2014, Lula manifestou publicamente seu apoio à Nyusi , que governou o país de 2015 a 2025.
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