
A bancada do PL na Assembleia Legislativa vai encolher. Nilson Berlanda, reeleito em 2022, que tem base eleitoral em Curitibanos e dono da rede de lojas Berlanda, vai para o PSD e para a campanha a governador do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD). O mesmo caminho vai seguir o colega e também deputado estadual, Carlos Humberto, eleito pelo PL em 2022, que tem base eleitoral em Balneário Camboriú. Onde o pai, Carlos Humberto Silva, é secretário municipal de Planejamento do governo da prefeita Juliana Pavan (PSD). A saída de ambos tem a ver com a forma como o governador Jorginho Mello (PL) conduz as decisões de governo e do partido. Onde manda e desmanda sem ouvir ninguém.
Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com
CURTAS
- Senador Esperidião Amin (PP) segue rotina de andar pelo estado, ora entregando verbas de emendas parlamentares, ora como convidado de eventos públicos e privados.
- Amin vai à reeleição tentando um terceiro mandato. A mulher, Ângela, deputada federal por três mandatos (em 2022 não se reelegeu) tentará voltar à Câmara dos Deputados em 2026.
- O senador leva no bolso pesquisa recente do Instituto Futura/Apex que mostra o governador Jorginho Mello (PL) a caminho da reeleição e ele (Amin) liderando a corrida para o Senado.
- Para as duas vagas ao Senado já são cinco pretendentes, com possíveis desistências até o dia da largada: Esperidião Amin (PP), Carlos Bolsonaro (PL), Décio Lima (PT), Caroline de Toni (PL) e Gilson Marques (Novo).
- Dando uma lição de humildade, o jaraguense Filipe Luís, técnico do Flamengo, dedicou a conquista da Libertadores da América aos 10 garotos, com idades entre 14 e 16 anos, que morreram naquele incêndio que destruiu alojamentos do clube, em fevereiro de 2019.
- Governo do estado vai criar um fundo com recursos para investir em políticas públicas de qualidade voltadas às pessoas com deficiências. Calcula-se que sejam 447 mil (6% da população) em Santa Catarina.
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“Vamos tocar a vida”
“É decisão do Supremo Tribunal Federal, uma injustiça, o maior líder de direita dos últimos anos que surgiu, mas ele vai cumprir o destino dele, a prisão dele, e nós vamos tocar nossa vida. Os filhos, quando o pai morre, os filhos têm vigor para tocar e fazer bonito e honrar o pai”. A fala é do governador Jorginho Mello (PL), em Forquilhinha, no Sul do estado respondendo pergunta da jornalista Karina Manarin sobre a prisão do amigo Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaristas presentes, não gostaram do modo como Mello se referiu ao amigo e a quem deve duas eleições (senador e governador). Fecharam a cara e torceram o nariz.
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VIA BRASIL
- A rigor, a tal isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil beneficia cerca de 20% dos trabalhadores que recebem até R$ 5 mil/ mês.
- É que a maioria dos assalariados “contemplados” ganha o limite de R$ 3.076 (dois salários mínimos) e, por isso, já são beneficiados com a isenção prevista na tabela progressiva do IR.
- Nos últimos doze meses, o Brasil pagou R$ 20 bilhões em salários para servidores públicos que receberam acima do teto legal de R$ 46 mil/mês.
- Inconformado com a não indicação do deputado federal e ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG) para o STF, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP) pode tirar da gaveta pedidos de impeachment contra ministros da Corte.
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Ressuscitando o PSDB
“O PSDB está de volta, com unidade, com equilíbrio e com a coragem de reconstruir o centro do debate nacional”. O discurso é do deputado federal Aécio Neves (MG), ao assumir a presidência nacional de um PSDB em frangalhos pais afora. O Brasil não aguenta mais essa disputa vazia entre extremos.
“Voltamos porque o Brasil não aguenta mais essa disputa vazia entre extremos. Voltamos porque milhões de brasileiros seguem sem voz nesse ambiente radicalizado” emendou o deputado, neto de Tancredo Neves.
Chama a atenção o “voltamos”, dito repetidas vezes. Sim, o PSDB respira por aparelhos. Com três senadores e 13 deputados federais. Em Santa Catarina são dois deputados estaduais e nenhum federal. Mas já teve dois senadores pelo estado: Leonel Pavan (2003/2007) e Paulo Bauer (2011/2018).
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