Política e Políticos – O jornalista Celso Machado comenta os principais acontecimentos de Santa Catarina e da região. Política e Políticos – e-mail da coluna: machadocelso01@gmail.com
Deputado Vicente Caropreso vai mesmo devolver a ficha de filiação ao PSDB, depois de 30 anos no ninho tucano (depende de liberação do partido ou esperar a janela partidária, em março de 2026). O destino é o União Brasil, que desde ontem (19), federado com o PP, forma o União Progressista. O médico Caropreso elegeu-se vereador em 1996, quando a Câmara de Jaraguá do Sul tinha 15 cadeiras. Dois anos depois elegeu-se deputado federal, o primeiro do PSDB em Santa Catarina. Por falta de votos de legenda, não se reelegeu em 2022. Tentou a prefeitura em 2006, mas perdeu a disputa para outro médico: Moacir Antônio Bertoldi. É deputado estadual desde 2014. Com Caropreso, o União Progressista terá uma bancada estadual com sete parlamentares. O PSDB fica com apenas um deputado.
CURTAS
- Depois do “estaremos juntos em 2026”, dito ao governador Jorginho Mello (PL), o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo) se vê numa encruzilhada depois do lançamento da candidatura à presidência da República do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
- Isso obriga o Novo a construir um palanque para Zema em Santa Catarina, onde Silva, eleito e reeleito, é referência nacional do partido ao lado do próprio Zema, que também cumpre o segundo mandato consecutivo.
- Mas, um palanque do Novo com uma candidatura majoritária? Ou em uma aliança com o PL de Mello, o “melhor governador que Joinville já teve”, segundo o próprio Silva?
- Patrícia Lueders, ex-secretária de Educação de Blumenau e no cargo de adjunta da secretaria estadual, vai assumir a presidência do Conselho Estadual de Educação. Bem mais sossegado, longe dos holofotes da imprensa.
- Segundo informa a secretaria estadual de Justiça e Reintegração Social, em Santa Catarina, 3.918 pessoas usam, atualmente, tornozeleiras eletrônicas. O sistema é operado por empresa privada.
*O custo para o contribuinte é de R$ 159,00/mês por unidade. Em contrapartida, cada preso recolhido em cadeias e presídios custa entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil/mês, conforme o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
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De mala e cuia?
Vereador Carlos Bolsonaro (PL), em seu sexto mandato no Rio de Janeiro, anda consultando empresas imobiliárias do município de São José, na região de Florianópolis. Segundo observadores mais próximos, isso indica que o filho de Jair Bolsonaro (PL) poderá ser, mesmo, candidato a senador por Santa Catarina, como quer o pai e sem restrições de Jorginho Mello (PL), por sua vez eleito senador e governador na “onda Bolsonaro” de 2018 e 2022. São José também tem uma qualificada escola de tiro, frequentada pelo vereador.
VIA BRASIL
- Vivendo um processo de recuperação econômica impulsionado por políticas de austeridade do presidente Javier Milei, a Argentina ampliou as compras de produtos brasileiros.
- As exportações do Brasil para o país vizinho cresceram 48%, saltando de US$ 3,9 bilhões entre janeiro e abril de 2024 para US$ 5,8 bilhões no mesmo período deste ano.
- Segundo o Tesouro Nacional, que é de onde sai o dinheiro, o governo já pagou R$,8,1 bilhões em emendas parlamentares individuais e de bancadas este ano.
- Com os ditos cartões corporativos, até julho (em 2025) já se foram R$ 48 milhões. São usados por uma nata de servidores públicos federais para “despesas eventuais”, compras de pequeno valor e gastos sigilosos.
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O “sem efeito” de Dino
Por tabela, o ministro Flávio Dino livrou a cara do colega do STF, Alexandre de Moraes, ao decidir, monocraticamente, que quaisquer decisões, leis, atos administrativos e ordens executivas estrangeiras têm que ser homologadas pelo Congresso Nacional para entrar em vigor no Brasil. O despacho de Dino está relacionado ao rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG), em 2015, em ação responsabilizando a empresa inglesa BHP Billiton pela tragédia. Isso anula efeitos de leis, atos administrativos e ordens executivas contra pessoas naturais por atos no Brasil. Caso de Moraes, por exemplo, sancionado pela Lei Magnitsky, aplicada pelos EUA. Incluindo bens situados, depositados e guardados no Brasil e empresas com atuação no Brasil. Porém, “lá fora”, bancos ou empresas que descumprirem a Lei Magnitsky, vão sofrer multas bilionárias e exclusão do mercado financeiro internacional.
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