Jorge Seif: “Agora vem uma deputada estadual que não era nada até ontem, era uma professora. Agora está se achando líder da direita em Santa Catarina, falando mal, contra o filho do presidente Bolsonaro.”
Como professor, quero comentar essa frase desgraçada dita pelo senador Jorge Seif (PL–SC).
Primeiramente, deixo claro que essa declaração foi dirigida à deputada estadual Ana Campagnolo (PL–SC), que não aceita a imposição de Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado por Santa Catarina.
Quero lembrar, a quem me conhece, que sempre disse que votar nesse — nem um pouco ilustre — senhor seria um verdadeiro “tiro no pé”. Trata-se de uma pessoa sem expressão política, que já havia sido ministro da Pesca — cargo que, convenhamos, é tão relevante para o país quanto uma bicicleta para um peixe. Mas, como se dizia conservador e contava com a chancela de Bolsonaro e do dono da Havan, teve apoio e acabou eleito senador. Ou seja: Seif, foi a inutilidade condecorada.
Quero lembrar a esse infeliz senador Seif, que ser professor, em qualquer outro lugar do mundo, é ser tratado com reverência, e ele dizer que ser professor não é nada, não sei por que não foi preso ainda. O próprio imperador da China presta homenagens a professores. Ter essa profissão é carregar o futuro de uma nação nas mãos. Ser criador de conhecimento é mais do que honroso — é magnânimo e quase divino. Mesmo sem o devido reconhecimento financeiro, é uma das profissões que dividem a história de um país entre o atraso e o progresso.
Nunca que ser deputado, senador ou mesmo presidente é mais digno do que ser professor. Chegar a um cargo público é, muitas vezes, resultado do dinheiro disponível para a campanha — ou, no caso desse senhor, da alienação de uma parcela da população.
Se essa pessoa fosse digna de qualquer respeito da minha parte, eu o convidaria a buscar compreender um pouco mais o papel do professor no dia a dia das famílias, a entender o quanto é sofrido o trabalho nas escolas deste país e o quanto ser professor é quase um dom.
Mas, como compreendo as limitações cognitivas que ele sempre demonstrou ter, nem perco meu tempo.
Fica aqui o meu desrespeito e indignação diante da imagem desse senador Seif que nunca me representou e jamais representará. Até porque ele nada faz em Brasília, sendo apenas mais um peso morto na política nacional.
Mas, como sempre, os “baba-ovos” vão defendê-lo — mesmo sem saber nada sobre sua vida — apenas por seguir uma ideologia que, ironicamente, trouxe um bando de políticos frouxos e oportunistas, tal como a esquerda já fazia.

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