Estudo revela mortalidade em massa e declínio de anfíbios na Mata Atlântica | Trabalho publicado ontem (20) na revista Biodiversity and Conservation – publicação da editora alemã-britânica Springer Nature -, parceria do Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade de Guaramirimcom pesquisadores da UFPR, Unicamp, do Zoological Society of London, da Espanha e Estados Unidos sobre a primeira evidência na América Latina do declino de anfíbios associado a viroses.
É o primeiro registro da mortandade de anfíbios de espécie nativa causado por ranavirus no Brasil. O sequenciamento genético (feito pela aluna de doutorado da UFPR, Aline Fonseca, que ficou seis meses em Londres para esta tarefa) e revelou uma nova cepa de ranavirus (nunca encontrada antes em nenhum lugar do mundo), uma mutação que é letal para a espécie Phyllomedusa distincta, que só existe na Mata Atlântica do Norte de SC, PR e Sul de SP (Vale do Ribeira).
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