Esquerda x Direita – Já pode chamar o meteoro?
Às vezes eu tento, mas juro que não entendo. É muita, muita conversa de doido. Eu sempre soube que não era bem certo das ideias, mas tudo tem limite.
Vamos lá… Jorginho Mello (ex-esquerda/atual direita), governador e pré-candidato à reeleição, até 2017 era amigo do Lula e da Dilma (totalmente esquerdas), andava abraçado com os dois. Com a onda bolsonarista em 2018, apareceu como bastião da direita, sendo senador e agora governador. Tudo que era ruim em Santa Catarina continua ruim, mas, como ele se diz de direita, já está reeleito (isso é o que o cenário atual aponta).
Já João Rodrigues sempre esteve em oposição à esquerda, sempre se mostrou inclinado à direita. Foi um prefeito de trabalho, com muitas mudanças em Chapecó, o que o coloca como um grande administrador de direita. E o “Joãozinho”, como dizia Bolsonaro, vai perder feio porque os negligentes — desculpa, quer dizer, os “inteligentes” da direita — acham o Jorginho o verdadeiro representante.
No cenário nacional, ninguém até o ano passado discutia que o filho menos confiável de Bolsonaro era o Flávio. Agora, ele é o homem que vai salvar o Brasil, o “senhor rachadinha”, agora é um homem de bem. Mas o que mudou para o Flávio, de vilão, virar esperança? Nada! Apenas o pai dele disse que ele tem que ser presidente, e agora o “gado” vai atrás… Só tenho que aplaudir.
Já que eu não entendo, apenas me resta sentar e olhar, porque, no estado, trocaram a realidade do trabalho por mais quatro anos — pois, nos primeiros quatro, nada mudou. Em nível nacional, vamos ter que escolher entre o que roubou muito e o que roubou pouco.
O Brasil é uma fábrica de más decisões. Tínhamos um imperador respeitado no mundo todo; derrubaram-no para sermos comandados por oligarcas e militares — não preciso dizer a m… que deu! Depois, trocamos isso por uma ditadura, e, olha, o ditador foi melhor que os antecessores, tanto que o povo, no voto, escolheu a volta daquele que tinha sido um ditador.
Mas, nessa redemocratização, aí sim apareceram os palhaços: do “50 anos em 5”, que gastou mais do que tinha, ao “tio da vassourinha”, que era um fanfarrão. Aí vieram de novo os militares, que, com um plano que implodiu as contas do país, entregaram uma inflação de 235% em 1985, que chegou a 1000% em 1988.
Na nova redemocratização, chegamos às galhofas de hoje.
Como levar a sério um país assim? Como alguém acha que isso tem jeito, sendo que os políticos são frutos e oriundos do próprio povo?
Já dá pra chamar o meteoro?

Aproveite as energias deste horóscopo do dia para tomar decisões conscientes e terminar a semana com chave de ouro. Que os astros guiem seus passos nesta jornada!
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