“Existe um elefante embaixo do tapete aqui em Jaraguá do Sul, especialmente quando a gente fala de UBS e prontos atendimentos. Eu tô falando dos atestados. Infelizmente nós vivemos uma epidemia de atestados”. A questão foi levantada na Câmara Municipal pelos vereadores Livramento e Almeida, devido ao aumento no número de atestados médicos e da falta de profissionais nas unidades de atendimento do município.
O vereador Livramento afirmou que Jaraguá do Sul vive uma “epidemia de atestados”, especialmente nas segundas-feiras pela manhã. Segundo ele, o movimento nos postos de saúde nesse período seria anormal e indicaria o uso indevido do sistema público para justificar faltas no trabalho.
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Ele defendeu que a Prefeitura e o Conselho Regional de Medicina adotem medidas semelhantes às de outras cidades para combater o problema. Ele sugeriu campanhas educativas e a emissão apenas de declarações de comparecimento quando o afastamento não for necessário.
“Nós precisamos de uma postura firme para dar um basta nessa vagabundagem de trabalhadores que se dizem trabalhadores, mas semana sim, semana não, estão lá sofrendo da epidemia de falta de vontade de trabalhar”.
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Falta de médicos nas unidades de saúde e demora nos exames são criticados
O vereador Almeida concordou em parte com o colega, reconhecendo que há pessoas que se aproveitam do sistema, mas destacou que muitas sequer conseguem atendimento por falta de médicos nas unidades. Ele afirmou que o problema da saúde pública é mais amplo e envolve demora em exames, cirurgias e superlotação nos hospitais.
“Eu acredito que muitas dessas pessoas nem o atestado conseguem pegar, porque muitas das vezes não têm médico lá no posto de saúde para atender. A pessoa fica meses esperando uma ultrassonografia, e quando o problema agrava, acaba ocupando leitos do hospital por falta de atendimento na ponta”.
Almeida também criticou a Secretaria de Saúde, dizendo que parte da gestão precisa se aproximar da realidade das unidades básicas. “Ao invés de criar cargos, é preciso ampliar a capacidade de atendimento médico e clínico”, concluiu.
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