
Dirigentes do Femusc anunciam novidades | O maior festival-escola de música erudita da América Latina está às portas. Comemorando 21 anos em 2026, o Festival Internacional de Música de Santa Catarina reunirá 350 alunos de quase todos os estados brasileiros e de 33 países, de 11 a 24 de janeiro, para 14 dias de aprendizado, trocas culturais e muita música com professores das mais renomadas orquestras do mundo. Para esta edição, houve 1.735 inscrições, 20 por cento a mais do que no ano anterior.
Ontem (26), a presidente do Instituto Femusc, Monika Hufenuessler Conrads e a vice-presidente Mariana Werninghaus realizaram uma coletiva à imprensa, junto com o diretor-artístico Alex Klein e o maestro André Dos Santos, na Scar. Segundo Monika, o Femusc entra na maioridade, com a 21ª edição, mas sempre renovando e com foco na educação musical, na valorização da cultura e na transformação social.
“Somos o maior festival-escola de música erudita do Brasil e muito respeitado também no mundo. Somos um legado pedagógico e uma vitrine para novos talentos de diversos continentes. É um projeto construído coletivamente, com a força do voluntariado, dos parceiros, o que é motivo de muita responsabilidade para manter o nível do Femusc e crescer a cada ano”.
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Monika disse que o 21º Femusc vai abrir a programação dos 150 anos de fundação de Jaraguá do Sul. Disse também que durante os 14 dias, uma tenda entre a Scar e o Cejas vai reunir uma praça de alimentação e um palco para apresentações dos músicos, o que será outra novidade, dentre as tantas previstas.
A vice-presidente Mariana Werninghaus observou que é um trabalho contínuo que acontece durante todo o ano, seguindo um planejamento estratégico, graças a governança estruturada do Instituto Femusc. Antecipou que a programação de 2026 reserva três grandes concertos ao ar livre, com orquestras, que se apresentarão na Praça Ângelo Piazera, na Via Verde, e no vale tombado do Rio da Luz, este ainda em local indefinido.
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Inscrições crescem 20% e ópera nacional será um dos destaques da programação
“Nos reinventamos a cada ano. O Femusc é um projeto educacional, cultural, social, turístico e econômico, de caráter internacional. Quando o criamos, não tínhamos a mínima ideia da dimensão que isso ia tomar. Mas, chegamos a 21ª edição, revigorados e cumprindo com a nossa missão”. A declaração é do maestro e diretor-artístico Alex Klein.
Ele disse que 1.735 músicos se inscreveram para participar do Femusc, de 33 países e 22 estados. “Crescemos 20% em inscrições em relação ao ano anterior. Um dos alunos virá de Macedônia do Norte. Hoje, 98% da programação do Femusc vem de sugestões oferecidas pelos alunos, o que mostra a diversidade e a inclusão do festival”, observou.
De Santa Catarina, são 30 participantes. Virão oito novos professores. Na edição 2026, serão apresentadas obras de 39 compositores nunca tocadas no Femusc, sendo 13 mulheres e 15 latinos.
Alex falou dos desafios da montagem da Ópera Onheama, de João Guilher Ripper, que conta a sagra de um jovem guerreiro indígena da Amazônia. O espetáculo com música e elementos mitológicos, conta a história de Iporangaba, que precisa salvar o sol de uma onça. “Onheama” significa eclipse em tupi e o nome da ópera é “Uma canção para salvar a floresta”.
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O diretor artístico disse que é uma obra brasileira, onde as solistas são de Jaraguá do Sul e a produção dos figurinos e técnicos serão locais. “A montagem de uma ópera é muito difícil e exige pelo menos 200 horas de ensaios”, falou.
O maestro André Dos Santos, vai conduzi-la. “É um espetáculo musical e visual, com temática nacional, dos povos originários, que valoriza e lembra a nossa cultura”. A obra será apresentada no dia 23 de janeiro à noite e no dia 24, no período da tarde.
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