Construído com o apoio da InvestSC e do Instituto Semeia, o edital do PMI (Procedimento de Manutenção de Interesse), da Prefeitura de Corupá, lançado na terça-feira (9) marca o início de uma trajetória coletiva. Ele abre espaço para que especialistas e empresas apresentem ideias, estudos e soluções inovadoras para estruturar a futura concessão onerosa da Rota das Cachoeiras – um modelo que integra conservação ambiental, desenvolvimento turístico e sustentabilidade financeira.
Quem tem conhecimento técnico contribui com a cidade e ajuda a construir o caminho, e Corupá garante que esse processo aconteça com transparência, foco no interesse público e participação técnica qualificada. Santa Catarina vive um dos momentos mais promissores de sua história. É líder nacional em indicadores de qualidade de vida, educação, segurança e sustentabilidade social — e cada vez mais se destaca como destino turístico competitivo e diversificado.
Colocar Corupá nesse movimento de crescimento é estratégico e significa aproveitar um momento excepcional para atrair investimentos responsáveis e ampliar a visibilidade do município no turismo nacional.
Há sinais claros de que a Rota das Cachoeiras está pronta para esse novo momento: o atrativo já recebeu quase 30 mil visitantes por ano, antes mesmo de melhorias estruturais; a capacidade instalada na alta temporada alcançava 1.200 pessoas por dia; turistas vêm majoritariamente de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, um mercado com forte demanda por ecoturismo de qualidade e, também, existe um crescente interesse internacional, com turistas de países como Holanda, Alemanha, Japão, Estados Unidos, Argentina e Suíça.
Edital busca visões técnicas para definir o modelo final de concessão onerosa
A iniciativa vai muito além da modernização da trilha ou da ampliação da infraestrutura. Ela representa uma visão de futuro, capaz de gerar empregos diretos e indiretos, fortalecendo famílias e estimulando novos negócios locais; atrair investimentos sustentáveis, garantindo que o patrimônio natural seja cuidado com técnica e responsabilidade; valorizar a imagem de Corupá, ampliando sua presença no mapa do ecoturismo brasileiro; transformar a visitação em experiência, conectando pessoas à natureza de forma segura, organizada e memorável.
A preservação continua sendo o ponto central: toda modelagem futura será construída sobre o princípio de que a floresta e as cachoeiras vêm primeiro. Ao optar pelo PMI, a Administração Municipal escolhe um caminho que combina eficiência, participação e inovação.
Ele permite transferir para a iniciativa privada o investimento inicial dos estudos; que o município receba múltiplas visões técnicas antes de definir o modelo final da concessão; garantir que o município só ressarcirá estudos realmente utilizados – e apenas por meio da futura concessionária e, ampliar a transparência e a competitividade desde o primeiro passo.
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