Cláudio Castro e a eficiência que o Rio de Janeiro precisava
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), demonstrou que, quando o Estado decide agir com eficiência, ele é plenamente capaz. Até o dia 30 de outubro, a megaoperação nas comunidades resultou em 121 mortos, sendo quatro policiais, segundo informações do portal G1.
Castro afirmou considerar a ação um “sucesso” e destacou que apenas os quatro policiais mortos são as verdadeiras vítimas. Finalmente, surge um político com coragem para fazer o que precisa ser feito. Castro mostrou, de forma contundente, como o enfrentamento à criminalidade deve ser conduzido.
Os números, apesar de expressivos, parecem pequenos diante da dimensão do problema que assola as favelas cariocas. A expectativa, agora, é de que essa ação não seja um episódio isolado.
Que o governador não se renda à pressão da opinião pública, muitas vezes distorcida, pois a maioria silenciosa dos cidadãos de bem apoia esse tipo de incursão policial. A lógica é simples: cada criminoso neutralizado representa uma série de crimes evitados no futuro, contribuindo para uma cidade mais segura nos próximos meses.
Se operações assim se tornassem rotineiras, talvez em dez anos o Rio de Janeiro voltasse a ser, de fato, a “Cidade Maravilhosa”. Há quem questione o resultado da operação, lamentando o sofrimento das mães que agora reconhecem os corpos de seus filhos.
Mas cabe uma reflexão: onde estavam essas mães quando seus filhos ingressaram no mundo do crime? Onde estavam quando o primeiro fuzil entrou em casa?
A responsabilidade familiar é parte fundamental na formação do indivíduo, e culpar o Estado pelo desfecho trágico é ignorar anos de omissão doméstica e social.
Aos que argumentam sobre as condições sociais, fica o questionamento: por que gerar filhos sem condições mínimas de criá-los? É compreensível a dor de quem perde um filho, mas ao defender o comportamento criminoso de seus entes, essas pessoas acabam se tornando cúmplices, ainda que indiretamente.
Não se trata do velho jargão “bandido bom é bandido morto”, mas de reconhecer que a população do Rio de Janeiro está exausta da violência e do domínio do tráfico. Entre os criminosos, há também aqueles que os sustentam: artistas que defendem suas causas, políticos eleitos com apoio das facções e funcionários públicos corrompidos que trabalham para o crime organizado. Todos, de alguma forma, são cúmplices — e devem responder por isso.
O governador Cláudio Castro merece parabéns pela firmeza e pela coragem. Ele fez o que muitos antes dele prometeram, mas nunca tiveram disposição de executar. No entanto, o trabalho está apenas começando.
Se essa ação for apenas um episódio isolado, sem continuidade e planejamento, então sim, poderá ser vista como uma chacina sem propósito.
Mas se for o início de uma política de segurança consistente, poderá representar o recomeço de um Rio de Janeiro mais seguro, mais justo e verdadeiramente soberano diante do crime. preciso de tags e meta descrição

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