Cai o Ditador da Venezuela
Maduro foi preso pelo governo americano e, no primeiro sábado de 2026, cai o último ditador assumido da América do Sul.
O que vemos não é apenas a queda de um tirano, de um ditador, mas o afundamento definitivo da farsa esquerdista latino-americana, que por décadas romantizou miséria, repressão e fome como se fossem virtudes revolucionárias.
Com isso, a velha bipolaridade entre direita e esquerda no mundo pende, sem cerimônia, para a direita. E não por discurso bonito, mas por fatos.
“Mas os EUA só fizeram isso por causa do petróleo.”
Claro que sim. E daí? Você tem ideia do custo de uma intervenção desse tamanho? Não existe almoço grátis nem guerra humanitária patrocinada por boas intenções. A conta sempre cai no colo do povo americano. Só na invasão do Iraque, mais de 25 mil americanos morreram, mas esse número some convenientemente quando o assunto é atacar os Estados Unidos. É mais fácil repetir slogan do que estudar história.
Os Estados Unidos da América mostram, mais uma vez, por que ainda são o país que prende, derruba e enterra ditadores. Não são santos, não são ingênuos e não fingem ser. Liberdade custa caro — e alguém precisa estar disposto a pagar esse preço.
Enquanto qualquer pessoa minimamente lúcida comemora a libertação do povo venezuelano, o Brasil segue preso a um reality show político grotesco: escolher entre Lula ou Flávio Bolsonaro, dois símbolos da decadência moral e intelectual da política nacional. Um é o passado que afundou o país; o outro é o herdeiro incompetente de um sobrenome que já venceu o prazo de validade.
Sendo absolutamente sincero: quem dera estivéssemos sendo libertados também. Mas minha inveja é branca. A felicidade do povo venezuelano não diminui o fato de que aqui seguimos reféns de duas seitas políticas — o lulopetismo messiânico e o bolsonarismo familiar, ambos especialistas em corrupção, vitimismo e culto à personalidade.
Meu temor é que esse novo cenário internacional sirva de combustível para inflar o ego e a candidatura de Flávio Bolsonaro, como se o Brasil não tivesse nomes melhores, mais preparados e menos problemáticos na direita. Mas no país do voto emocional, sobrenome ainda pesa mais que competência.
E Santa Catarina, que já coleciona vexames políticos, parece determinada a se superar. Carlos Bolsonaro agora quer representar um estado onde só apareceu para veranear. O caçula, já um vereador vergonhoso em Balneário Camboriú, se lança candidato a deputado estadual. E as tradicionais vaquinhas de presépio — fiéis, acríticas e obedientes — votarão em peso, orgulhosas da própria ignorância.
Resta torcer. Torcer para que o Brasil se liberte da tirania do 22 e do 13, mas sem precisar atravessar o inferno venezuelano para aprender a lição. Porque liberdade conquistada tarde demais costuma chegar junto com fome, censura e exílio.
E o Brasil segue refém de dois lixos políticos, e nem para serem ditadores servem!

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