Michelle Bolsonaro apoia Caroline de Toni ao Senado e agita bastidores do PL em SC

Política & Políticos – Por Celso Machado – 10 de fevereiro de 2026
Michelle Bolsonaro apoia Caroline de Toni ao Senado e agita bastidores do PL em SC
Foto: Michelle Bolsonaro apoia Caroline de Toni ao Senado e agita bastidores do PL em SC

Michelle Bolsonaro abraça candidatura de Caroline de Toni ao Senado

A ex-primeira dama, Michele Bolsonaro (PL), que já criou atritos em família por discordar da candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) a senador por Santa Catarina, voltou ao assunto em seu Instagram. Para ratificar apoio pessoal à deputada federal Caroline de Toni (PL). Michelle compartilhou imagens dela e do marido ao lado de Caroline. “Estaremos com você”, escreveu. Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, quer cumprir acordo com o PP nacional. Em chapa com Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin (PP), mas o governador Jorginho Mello (PL) “balança”. Caroline vai se obrigar a mudar de partido. Há convites do Avante, Podemos, PRD, Novo, MDB e PSD. “Vou porque estou bem nas pesquisas. E me comprometi com deputados, prefeitos, com todo mundo. Eu não tenho como voltar atrás, mesmo que eu perca”, disse a deputada.

Michelle Bolsonaro apoia Caroline de Toni ao Senado e agita bastidores do PL em SC
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Curtas da Política: Pressão de Amin e o “xeque-mate” na reeleição

*A Federação União Progressista (União Brasil/PP) não quer apenas vaga na chapa majoritária de Jorginho Mello (PL) ao Senado para Esperidião Amin (PP) em troca do tempo de campanha na TV.

*Suas lideranças e o próprio Amin querem, também, que Mello exclua a deputada federal Caroline de Toni (PL) da disputa ao Senado pelo PL, o partido do governador.

*União Brasil, o PP e Amin sabem que a chance de reeleição contra uma chapa com Carlos Bolsonaro/Caroline é remota visto que a esquerda também terá um nome viável.

*Também sabem que formando ao lado de João Rodrigues (PSD), prefeito de Chapecó que segue isolado sem alianças, pouco ou nada muda na disputa das urnas de outubro.

*Por hipótese, imagina-se que União Brasil e PP alinhados com João Rodrigues, a disputa pelo governo do estado teria um segundo turno.

*Mas é o que não interessa aos dois partidos e muito menos ao senador Amin: eleição para senador não tem segundo turno.

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João Rodrigues e a estratégia de Kassab

“As pessoas estão cansadas dessa polarização. Não querem mais nem um lado nem o outro. O PSD apresentará um candidato que vai corresponder às aspirações da sociedade”. O discurso é do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ex-ministro da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). E articulador da chegada do partido ao governo de Lula da Silva (PT), onde ainda está com três ministérios. Mas João Rodrigues (PSD), candidato a governador e com discurso anti-petista, ficou animado. Mesmo que seu líder tenha abraçado governos que abrigaram (e abriga) corruptos de todo tipo. Mas Kassab afirma que o presidenciável do PSD virá para “combater a corrupção”. 

Via Brasil: Rumores para 2026 e o tom de “guerra” de Lula

*Romeu Zema (Novo/MG), Ronaldo Caiado (PSD/GO) e a deputada federal Simone Marquetto (MDB/SP) são especulados para vice-presidente na chapa de Ratinho Jr. (PSD/PR),

*“Não tem mais essa de Lulinha paz e amor”. A frase é de Lula da Silva (PT), sobre as eleições presidenciais deste ano e que ele rotulou como uma “guerra”.

*“Quando alguém dá uma notícia contra o governo, não pode ficar quieto. Tem que mandar o cara que fez a notícia para aquele lugar”, disse o ilustre mandatário. 

*O MDB rachou sobre apoiar ou não a reeleição de Lula da Silva (PT). Mas pensa (o comando nacional) em projeto próprio para 2030. Em eleição direta (voto nas urnas) o MDB nunca elegeu um presidente.

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Segurança Jurídica: O Voto de Presos Provisórios em pauta

Há um movimento na Câmara dos Deputados para repor emenda do deputado gaúcho Marcel van Hattem (Novo) ao projeto Antifacção. A emenda revoga o direito ao voto para presos provisórios, aqueles detidos antes de uma condenação definitiva, cuja liberdade é restrita para garantir a investigação ou processo. No Senado, o PT e seus aliados votaram contra a emenda. Porque a população carcerária, majoritariamente, vota em Lula da Silva (PT). A ideia dos senadores de esquerda era manter o direito ao voto entre o eleitorado petista das cadeias.

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