
O Museu Histórico Emílio da Silva apresenta a exposição “A Presença Negra em Jaraguá do Sul: Invisibilidade e Resistência”, uma mostra que busca promover a reflexão e dar visibilidade à contribuição da população negra na formação histórica, social e cultural do município. Com a curadoria do museólogo, Gustavo Felix Voltolini, a exposição propõe uma leitura crítica das narrativas oficiais, questionando o apagamento e a marginalização das comunidades negras ao longo do tempo.
Composta por fotografias e documentos, a mostra está organizada em dois blocos temáticos. O primeiro, “Invisibilidade”, evidencia como políticas públicas, leis e práticas sociais contribuíram para a exclusão e o apagamento da presença negra durante o período de construção do município, reforçados posteriormente por processos locais de segregação, como a formação do chamado “Morro da África”.
O segundo bloco, “Resistência”, celebra pessoas, famílias e coletividades negras que, apesar das adversidades, permaneceram, construíram raízes e ajudaram a moldar a cidade contemporânea.
“Esta exposição é um ato de reconhecimento e justiça simbólica, reafirmando que a história de Jaraguá do Sul só é completa quando reconhece a presença negra como parte essencial de sua identidade”, registra. Ivana Cavalcanti, chefe dos Museus Municipais.
A exposição abre na terça-feira (18), às 9h. O Museu atende de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 16h30. Agendamento grupos acima de 10 pessoas e escolas pelo endereço museuhistorico@jaraguadosul.sc.gov.br.
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