2026 promete ser o ano da grande piada política no Brasil
Tudo leva a crer que 2026 será o ano da grande piada política no Brasil. Em um país onde as discussões políticas se tornaram o esporte nacional dos grupos de WhatsApp, seja no trabalho, na igreja ou até na família, a briga entre “coxinhas” e “pães com mortadela” continua firme e forte. E, como se não bastasse, Santa Catarina parece disposta a dar um show à parte de contradições.
De um lado estão os defensores ferrenhos de Bolsonaro, que juram fidelidade eterna ao conservadorismo. Do outro, os seguidores de Lula, que se dizem defensores da classe trabalhadora. No meio disso tudo, pouca ideologia e muita emoção. A cada conversa, surge um novo festival de ofensas, memes e silenciamentos.
Mas o enredo político catarinense promete um novo nível de ironia.
O governador Jorginho Mello (PL), que construiu sua trajetória sob o guarda-chuva bolsonarista, está disposto a buscar o impossível: ter o MDB como vice em 2026. E quem conhece a política sabe que o MDB é gigante. São mais de 180 mil filiados, 70 prefeitos, 59 vice-prefeitos e 741 vereadores. Uma estrutura partidária de fazer inveja a qualquer base conservadora.

Agora, imagine a cena: bolsonaristas pedindo voto para uma chapa com o MDB, o mesmo MDB que, em nível nacional, poderá indicar o vice de Lula (PT). Sim, o próprio Baleia Rossi, presidente nacional do partido, já confirmou essa possibilidade. A fala veio durante o encontro MDB 60+, em Balneário Camboriú, com presença de grandes nomes da legenda catarinense.

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